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Artigo Fixo e artigos do mês: Imprensa Nacional - Jornais Oficiais diversos - busque aqui !

 Olá queridos alunos, Imprensa Nacional - busque na imagem abaixo, qualquer jornal oficial

  este link - http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=29/09/2015&jornal=3&pagina=126&totalArquivos=304 (diario oficial da união)
      Paginação do Jornal:        Ir para a página:        Sumário da Edição

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2/2001.
Saiba mais.
       126 de 304               



VEJAM NO DESTAQUE DO MÊS:

Olá queridos alunos, vamos falar um pouquinho sobre a importância de analisarmos aspectos comportamentais pelo CHA - Comportamento, Habilidades e Atitudes nos nossos alunos e profissionais no trabalho.

 

Rubem Alves Educador rubemalves.com.br (Clique na imagem - artigo os 10 + de Rubem Alves)

Minha estrela é a educação. Educar não é ensinar matemática, física, química, geografia, português. Essas coisas podem ser aprendidas nos livros e nos computadores. Dispensam a presença do educador. Educar é outra coisa. De um educador pode-se...

 


Vejam o artigo da revista exame, que fala sobre um aspecto avaliativo do CHA - no caso a HABILIDADE - "soft Skils" - habilidades ligado a inteligência emocional
Abraço!
Prof. Marcelo Ferreira !


Os comportamentos mais valorizados pelo mercado de trabalho
 

Você pode até ser brilhante do ponto de vista técnico, mas nada garante o seu sucesso se o seu comportamento não contribuir.

As chamadas "soft skills" - habilidades ligadas à inteligência emocional e à disposição psicológica para o trabalho - povoam as descrições de pré-requisitos para vagas em qualquer área, e não saem da boca dos recrutadores.

O motivo, segundo Ricardo Haag, gerente executivo da Page Personnel, tem a ver com o cenário econômico mundial, e o consequente aumento das exigências por produtividade.

"Desde a crise de 2008, a capacidade de lidar emocionalmente com a pressão começou a ser uma questão de sobrevivência nas empresas", explica. "Em equipes enxutas e com cobrança intensa por resultados, o profissional precisa se relacionar bem e ser capaz de se automotivar para o trabalho".

Segundo Daniela Ribeiro, gerente da Robert Half, tais habilidades são importantes mesmo para profissionais com perfil mais técnico, como engenheiros. "O peso do comportamento só cresce, nem que seja como critério de desempate", afirma.

Não por acaso, testes de personalidade são um recurso cada vez mais usado em processos seletivos. É o que diz Emanuelle Arsuffi, psicóloga do departamento de pesquisa da Vetor Editora. "As empresas estão bastante preocupadas em descobrir se o candidato tem atitudes e valores compatíveis aos seus", explica.

As posturas que mais se destacam
Para Haag, a habilidade comportamental que o mercado mais procura, em qualquer área, é o equilíbrio emocional. "Os ambientes corporativos andam tensos, e exigem do profissional muito jogo de cintura para estabelecer bons relacionamentos", diz o gerente da Page Personnel.

Pela mesma razão, pessoas resilientes fazem brilhar os olhos dos empregadores. "São aqueles capazes de impedir que o seu desempenho oscile quando o ambiente não vai bem", afirma ele.

Outra competência valorizada é a chamada "visão de dono", ou seja, a postura de assumir o trabalho como se a empresa fosse sua. "Isso implica não renunciar a uma tarefa importante só porque ela não está na sua ''job description', por exemplo", diz Daniela.

Haag diz que também levam vantagem os insatisfeitos crônicos. "São pessoas que nunca acham que a situação está suficientemente boa", explica ele. "O detalhe é que, em vez de reclamarem, elas usam esse olhar crítico para produzir mais e inovar", explica.

Fonte: Exame

Artigo publicado em: 13/11/2014 - por Marcelo de A. FerreiraGestor de Recursos Humanos - Especialista em R & S e T & D

Em minhas consultorias (e mesmo em sala de aula) para empresas que estão com necessidades de contratação de colaboradores, vi muitas formas diferentes de como o processo seletivo é organizado. Mas encontrei alguns passos nos processos de recrutamento e seleção destas empresas que tinham alguns pontos similares ao meu formato, então estou descrevendo este processo para os inciantes do RH...

Então vamos a algumas similaridades:

Recrutamento -
1 - Busca de Curriculum Vitae, no Banco de Dados - A sistemática do processo prever 5x (cinco vezes) a quantidade de CVs x Numero de Vagas e também a busca nos três tipos de "garimpos" nas fontes - ONLINE, EXTERNO e INTERNO

2- Recrutamento solicitando o envio do currículo para o e-mail do RH da empresa ou no site da empresa no "trabalhe conosco" (no caso da disponibilização ONLINE). A 
divulgação da vaga aberta para candidatos de forma generalizada, jornal, por exemplo (externo) e a interna com a divulgação das vagas para os gestores, lideres do departamento da vaga em questão (na verdade, conhecemos esta fonte como Q.I e nesta caso, não pode haver privilégios e tem que ficar bem claro o PERFIL do candidato)

3- Agendamento de entrevista técnica (Coletivamente) caso de termos muitos candidatos, a TRIAGEM com teste psicotécnicos, provas de conhecimentos gerais e específicos e por fim, uma redação seria recomendada.

4- Tomada de decisão para contratar ou rejeitar feita pelo RH, usar critérios (somatório do CHA - Comportamento + Habilidades + Atitudes com as notas dos testes, que serão usados para quem continua para futura Dinâmica de Grupo (entrevista coletiva), Importante dar o FEEDBACK para quem continua ou não, por telefone;

5- Preparação para a Dinâmica de Grupo - recomendar aos candidatos (feito no Feedback por telefone) o uso de roupas leves e o tempo que será desenvolvido. 
Situações a serem analisadas no CHA - Participação Ativa (apresentação individual) e Passiva (como está o seu comportamento sentado na espera ou após a sua apresentação), no trabalho grupal - analisar aspectos como liderança, chefia, organização, controle do tempo, etc - Entregar o trabalho no prazo, divisão de tarefas, apresenta-se primeiro e ficar quieto depois da apresentação farão a diferença. Ao final uma dinâmica individualiza como por exemplo: cada um faria um dissertação sobre " por que me contratariam" ou apresentação do colega ao lado. Caso não tenha feito uma TRIAGEM anterior, faça as testagem (psicotécnico, conhecimentos gerais e/ou específicos e Redação). Importante dar o FEEDBACK para quem continua ou não, por telefone e peça para trazer um novo currículo e diga claramente o respeito para o horário da entrevista, escalonado para cada candidato e se prepare para fazer uma prolongada atividade de entrevistar, (pode usar a forma Formal ou informal), que levará o dia todo;

6- Preparação para Entrevista Individual - Neste caso o ideia é que o RH esteja com algum LÍDER ou CHEFE de setor em que a vaga esta sendo selecionada. Organize os currículos de acordo com a ordem dos candidatos e "pesque" os assuntos que serão abordados no CV e outros situações que seja interessante. Para cada candidato, um assunto tem um peso diferente para a sua análise, afinal é neste momento que pontos que não foram vistos nos testes, dinâmica e no CV irão aparecer. O Lider ajudará em muito nesta escolha pois a EMPATIA e o ENCANTAMENTO tem que ser para ambos.

Seleção (Encaminhamento para contratação)
Avisar por telefone (FEEDBACK) para quem passou ou não passou. Os aprovados serão avisados dos documentos a serem apresentados, abertura de conta corrente e exame do ASO (Atestado de Saúde Ocupacional), no ato da assinatura do contrato. O seu trabalho no processo de recrutamento e seleção acaba aqui.

Apesar de contemplar alguns pontos importantes esta é uma forma muito minimalista de se visualizar um processo de recrutamento e seleção. Tenho algumas sugestões para que o seu processo seletivo seja mais produtivo e eficiente.

Uma das coisas que sinto falta na maioria das empresas, e acredito que seja primordial, é ter um bom relacionamento com os candidatos.

Para melhorar esse e outros pontos do seu processo listo abaixo algumas sugestões:

Manter todos os candidatos informados da sua situação no processo de seleção e quais serão os próximos passos (informar o ciclo do R7S e o tempo que será feito até o dia da contratação). Esse contato pode ser feito por telefone ou email. A triagem, que quase nunca é feito é a oportunidade de colocar as "cartas na mesa"
ou seja, oferecer aos candidatos informações suficientes sobre a empresa e sobre a vaga aberta e dar a oportunidade de reflexão para os próprios candidotos sobre se continua ou desiste do processo seletivo.

Ter um perfil do cargo bem definido é muito importante. Existe casos claros de candidatos que estão completamente fora do perfil, só para fazer "numero";

Antes de iniciar o processo de contratação realizar uma ou mais encontros (quanto maior for a vaga maior a "filtragem" das informações) com os diretores/gerentes para entender exatamente qual é o perfil de profissional desejado;

Setorizar os processos de recrutamento pelas áreas de negócio da empresa, isso facilita na definição da vaga e consequentemente ajuda na atração dos candidatos

Nem sempre o candidato está desempregado, dessa forma é necessário oferecer flexibilidade de horários ou modalidade alternativas para se realizar as entrevistas (presencial ou on-line)

Enviar respostas aos candidatos, mesmo que predefinidas com emails prontos, para agradecer aos candidatos que foram rejeitados (FEEDBACK diferenciado)

Organizar os currículos recebidos para que os candidatos que não foram contratados possam ser convidados a participar de processos seletivos futuros e guardar um histórico do processo atual (muitas vezes o "preferidos" não continuam)

Por fim, é importante que você organize seu processo seletivo de forma que qualquer pessoa possa olhar, entender e se envolver no processo desde o começo até o final, sem ficar preso a um profissional do RH terceirizado, por exemplo.

Isso faz com que as vagas possam ser abertas e gerenciadas por qualquer colaborador da empresa, sempre em conjunto com um profissional de RH de dentro da empresa.

Outra boa pratica é a identificação de canais para a divulgação da vaga. Buscar candidatos em varias fontes, ajuda imensamente na rapidez do processo. Para tanto os canais devem ser previamente organizados e selecionados, já que as empresas sempre tem o seu nicho de mercado. O ideal é evitar um único canal, principalmente o INTERNO (QI - Quem indica) cujo o resultado quase sempre é catastrófico

Para manter um banco de currículos adequado é interessante que o envio dos currículos sejam feitos para um gerenciador on-line, que pode estar exposto diretamente no site da empresa, e não solicitar o envio para um endereço de email como normalmente vemos acontecer nas empresas. Outra coisa inportante, que o CV seja no CORPO DA MENSAGEM.

Dessa forma, você tem todos os candidatos concentrados num ambiente único e de forma organizada.

Uma última dica que sempre indico nas minhas consultorias: Planeje com antecedência e escolha uma ferramenta para lhe ajudar na organização dos processos de recrutamento e seleção.

O processo propriamente dito fica por conta da necessidade de cada empresa, não existe uma "receita de bolo", mas baseado nas sugestões que dei e na sua experiência do que funciona e do que não funciona na sua empresa acredito que você consiga montar um bom processo de R&S.

Decida qual vai ser o seu, mãos à obra e ao final de cada processo realizado veja o que deu certo e o que deu errado e tente sempre melhorar ambos os pontos no próximo processo seletivo!

Se você tiver alguma dúvida de como montar um bom processo de recrutamento e seleção para sua empresa envie um email para mfcursosonlie@gmail.com e dentro do possível terei o maior prazer em lhe responder!

Prof. Marcelo Azevdo Ferreira
Psicopedagogo - Pedagogo- Consultora para Recrutamento e Seleção




Artigo publicado em: 23/09/2014 - por Marcelo de A. Ferreira
Gestor de Recursos Humanos -Especialista em R & S e T & D

Estudo do IPEA mostra o que 48 áreas profissionais oferecem em termos de condições salariais, de jornada de trabalho, merc

ado e cobertura previdenciária
Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/a-performance-de-48-profissoes-no-brasil#2

 



ALGUMAS FRASES DE PESSOAS QUE FIZEREAM A DIFERENÇA...

ALGUMAS PROFISSÕES QUE FARÃO A DIFERENÇA EM 2014....

aproveitem !!!

Slide frases para 2014

Slide frases para 2014

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Slide frases para 2014

Slide frases para 2014

Slide frases para 2014

Slide frases para 2014

40 profissões promissoras para 2014, segundo recrutadores
engenheiros mecânicos

1. Engenheiro civil

Com eleições estaduais e federais no calendário, a expectativa da Michael Page é que as obras de infraestrutura decolem. Para Rafael Souto, CEO da Produtive, os eventos esportivos também podem puxar a demanda.

O que faz:  Está presente em todo o processo da construção: projeta, gerencia e executa obras de infraestrutura.

Perfil: Formação em  engenharia
Os mais bem pagos
 

2. Engenheiro mecânico

A demanda por engenheiros mecânicos continua alta em diversos setores da economia, de acordo com Karim Warrak, sócio-diretor da consultoria Asap.

O que faz: É a área da engenharia que cuida do desenvolvimento, projeto, construção e manutenção de máquinas e equipamentos.

Perfil: Conhecimentos específicos no setor de Engenharia
engenheiros mecânicos
 

3. Engenheiro naval para a indústria offshore

A temporada de leilões dos campos do pré-sal foi aberta em outubro e deve movimentar toda a cadeia produtiva de petróleo nos próximos meses. E, nesta linha, está incluída a área de construção de embarcações de apoio para a indústria offshore.

O que faz? Atua desde a execução do projeto do navio até a produção efetiva da embarcação, segundo Leonardo de Souza, da Michael Page.

Perfil: Formação em engenharia naval
Navio carrega containers
 

4. Gerente de operações de logística para a indústria offshore

A temporada de leilões dos campos do pré-sal foi aberta em outubro e deve movimentar toda a cadeia produtiva de petróleo nos próximos meses.

O que faz? “Ele é responsável por garantir que o serviço será executado”, diz Leonardo de Souza, da Michael Page. 

Perfil: Formação em engenharia, administração, entre outras. “A função, geralmente, é aprendida em cursos complementares”, diz o especialista. 
Trabalhadores em frente a dois navios Valemax xonstruídos pela China Rongsheng Heavy Industries
 

5. Engenheiro especializado em óleo e gás

Até 2017, o setor de petróleo e gás deve liderar a atração de investimentos na indústria. Mas, ainda, há poucos profissionais qualificados e disponíveis no mercado.

O que faz: Comanda e gerencia projetos na área de exploração de petróleo e gás.
Perfil: Conhecimentos específicos no setor, perfil analítico, visão sistêmica, foco em otimização de recursos, busca constante em melhorias de processos e projetos. Inglês é diferencial.
Plataforma de petróleo da Shell

6. Geólogos

“Hoje, no Brasil, não existem profissionais com experiência de mercado que supram as novas demandas das empresas”, diz Karim Warrak, sócio-diretor da consultoria Asap.

O que faz: Faz a pesquisa e avaliação do solo em locais de escavação, perfuração e áreas de construção. Mapeamento de recursos minerais em áreas de exploração.

Perfil: Formação em geologia, perfil analítico, conhecimentos nas áreas de investigação geológica/geotécnica, habilidade em interpretação de dados, atuação com planejamento e acompanhamento de campanhas para levantamento de informações técnicas. Inglês é diferencial.
 Geólogos
 

7.Gerente de compras voltado para área de engenharia

A palavra de ordem é otimizar processos e, em engenharia, a eficiência do departamento de compras impacta diretamente o custo da operação. “Antes, as empresas esperavam os problemas aparecerem para resolver e isso atrasava os projetos”, diz Caio de Mase, da Robert Walters.

O que faz: É ele quem bate o martelo sobre o que, quando e em que quantidade comprar.

Perfil: Dependendo da atividade da empresa é necessário ter especialização. Como o cargo é parte do setor de engenharia, a formação na área é importante, assim como experiência anterior.
7.	Gerente de compras voltado para área de engenharia

8. Gerente de lean-manufacturing

As empresas apertaram os cintos. A meta, agora, é investir em produtividade e busca por eficiência e otimização.

O que faz: É o  profissional que analisa o processo industrial para descobrir estratégias mais eficientes de menor custo e com menos perdas. “Tradicionalmente, é empregado pela indústria, mas o setor de serviços também tem buscado”, diz Juliano Balarotti, da Hays.

Perfil: Formação na área de Exatas - destaque para os cursos de engenharia. 
Gerente de lean-manufacturing
 

9. Gerente/diretor de Supply Chain/ operações de logística

“O desafio das empresas está no impacto do serviço ou prazo para entrega”, diz Luis Gustavo Mariano, sócio da Flow Executive Finders. Rafael Souto, CEO da Produtive concorda. Para ele, a dificuldade de repasse do aumento de custos para o público final faz com que as corporações se movimentem para reduzi-los junto aos fornecedores.

O que faz: É responsável pela movimentação de materiais nas operações, seja pelo recebimento, movimentação interna ou distribuição dos produtos. “Hoje, o diretor da área precisa se preocupar em entregar mais rápido, de um jeito mais barato e da forma mais eficiente possível”, diz Mariano.

Perfil: Formação em engenharia, administração e comércio exterior. Conhecimentos em PCP, Compras, Suprimentos, Logística e trâmites de importação e exportação são requisitos.
Gerente/ diretor de Supply Chain/operações de logística
 

10. Executivo de Segurança Física

As empresas sentem necessidade de um profissional familiarizado com os processos e com pessoas, de acordo com Roberto Bonito, gerente executivo da divisão de engenharia e logística da Talenses. “O fato de o Brasil estar em um ano de muita movimentação de estrangeiros, aumenta ainda mais a demanda”, explica.

O que faz: É responsável pelos projetos de segurança das empresas. Interage com alto escalão de executivos da empresa e cuida de contratos milionários com empresas prestadoras de serviços de segurança.

Perfil: É preciso ter inglês fluente e visão estratégica de negócios, além de experiência na segurança de pessoas.
Executivo de Segurança Física
 

11. Intérprete de conferência

“A demanda por intérpretes deve atingir o pico em 2014, por causa da Copa do Mundo e eventos paralelos”, diz Maria Eugênia Farré, vice-presidente da APIC (Associação Profissional de Intérpretes de Conferência).

O que faz: Responsável pela tradução simultânea em eventos, reuniões e teleconferências. Também pode fazer interpretação de campo, ou seja, acompanhar missões diplomáticas e delegações.

Perfil: Além da graduação em Letras e fluência em duas ou mais línguas, é preciso ter cursos de interpretação de conferências (existem modalidades de graduação ou pós nas PUCs de São Paulo e Rio de Janeiro, na Universidade Gama Filho e curso de 2 anos da Associação Alumni). Capacidade de trabalhar sob pressão, boa voz, boa memória e alto poder de concentração também são requisitos, segundo Maria Eugênia.
Obama ouve interpretes de conferência pelo fone de ouvido
 

12. Gestor de projetos

A capacidade de organização dos profissionais especializados em projetos é demanda de empresas de todos os setores, segundo Maria Beatriz Henning da Exceed.

O que faz: Responsável pela gestão do projeto no nível macro. “Decide quais as áreas envolvidas, estabelece o cronograma de ação, faz a apresentação e o acompanhamento, além de estabelecer as implementações 

necessárias”, segundo Fábio Saad, gerente sênior da divisão financeira da Robert Half.

Perfil: Além das certificações da área, formações em exatas são as mais indicadas, mas não é obrigatório.
apresentação de projeto

13. Gerente geral ou de expansão de startups

“Empresas de diversos segmentos buscam o mercado brasileiro como parte de sua estratégia de expansão global e procuram profissionais com visão ampla de negócios no mercado local”, diz Celia Spangher, da Maxim Consultores.

O que faz: Tem o papel de iniciar a estruturação da unidade local, muitas vezes, “do zero” e atingir 

as metas previstas dentro de um cronograma pré-estabelecido.

Perfil: O perfil pessoal conta mais que a área de formação acadêmica. “Requer extrema organização, agilidade e visão 360º, além de sintonia fina com a gestão de pessoas e projetos”, diz Celia. Além disso, deve interagir com todos os envolvidos, desde a matriz até governo. Fluência em inglês, espanhol e até um terceiro idioma é diferencial. 
Gerentes gerais/ gerentes de expansão para startups
 

14. Gestor de pessoas e profissionais de recursos humanos

A freada econômica este ano balançou alguns setores. Neste contexto, contratar os melhores e reter os que ficam é essencial. Além disso, os profissionais de RH são demandados para dar suporte ao processo de expansão dos setores mais aquecidos, segundo Carlos Felicíssimo Ferreira, da 4hunter.

O que faz: Recrutamento, treinamento, desenvolvimento e retenção de pessoas. Basicamente, ele tem que pensar em “como transformar todos os discursos em campanhas que engajem e motivem as pessoas”, afirma Luis Gustavo Mariano, sócio da Flow Executive Finders.

Perfil: Formação em administração, economia, engenharia e psicologia.
Camila Müller Zambeli, analista de recursos humanos da Supergasbras, de Porto Alegre

15. Diretor Financeiro

“Em uma economia com baixo crescimento, as empresas tendem a investir principalmente na área financeira, com o objetivo de controlar custos e rever o orçamento”, diz Rafael Souto, CEO da Produtive.

O que faz: Gerencia as áreas financeira e contábil, desenvolve estratégias para contenção de despesas, controle do fluxo de caixa e análise de riscos para a organização.

Perfil: Formação em Economia, Administração, Ciências Contábeis ou Engenharia. Experiência na área financeira de empresas, como tesouraria, controladoria, por exemplo.
Executivo na mesa
 

16. Controller

“Com a economia mais recessiva, as organizações buscam olhar para a área financeira, que é a responsável pelo controle de custos”, diz Rafael Souto da Produtive.

O que faz: Responde pela organização e planejamento financeiro, controlando todo o sistema contábil e gerindo indicadores e controles financeiros/contábeis da empresa, destaca Souto. “É o profissional que precisa 

entender o passado e planejar o futuro na empresa”, diz Caio De Mase, da Robert Walters.

Perfil: Formação em economia, administração, ciências contábeis, engenharia e direito. Experiência também na área financeira e em auditoria contábil são requisitos. “As empresas buscam especialização na função, se é um controller com experiência naquele segmento e conhece o dia a dia do mercado, ele tem um diferencial competitivo”, diz De Mase.

executivo

17. Gerente de compliance/de controles internos/auditoria interna

A evolução das políticas internacionais e brasileiras puxa a demanda, segundo Paulo Moraes, gerente executivo da divisão de finanças da Talenses. A lei anticorrupção empresarial, que entrará em vigor em janeiro, por exemplo demandará que as companhias tenham uma forte estrutura interna de compliance.

O que faz: “Ele é o guardião das boas práticas dentro da empresa”, diz Bianca Azzi, sócia da Salomon & Azzi. É responsável pelo mapeamento e identificação de riscos, mapeamento e melhoria de processos, auditoria de processos, sistemas e informações, verificação, procedimentos e controles em conformidade com legislação e regulação vigente e aplicada ao setor.

Perfil: Formação em administração, direito, economia e ciências contábeis.
Planilha de dados

18. Gerente contábil e/ou fiscal

A área contábil é vista como carro chefe da área de finanças e a busca por maior controle por parte das empresas tem puxado a demanda, de acordo com Fábio Saad, da Robert Half.

O que faz: É responsável pela contabilidade da empresa, ativos, passivos, balanço e tributação.

Perfil: Formação em ciências contábeis. O profissional deve ter inscrição no CRC (Conselho Regional de Contabilidade), além de domínio da língua inglesa. 
Calculadora

19. Consultor tributário

“Em momentos de dívida ou crise, as empresas buscam alternativas fiscais para reduzir custos tributários e ter ganhos”, diz Fábio Salomon da consultoria Salomon & Azzi.

O que faz: Em linhas gerais, trabalha com o planejamento tributário da companhia.

Perfil: Tende a ter uma formação mista em direito e contabilidade. Nas empresas, a área, geralmente, está ligada ao setor financeiro. Nos escritórios, os profissionais tendem a ter primeiro a formação na área jurídica e, depois, a contábil. 
Negócios, planejamento, calculadora e teclado
 

20. Contador

Para sobreviver e crescer em momentos de crise, mais do que nunca, as empresas precisam de um olhar estratégico sobre números. “Fica muito mais fácil definir um plano já com este olhar financeiro”, diz Gabriela Coló, da Havik.

O que faz? “Não é mais o cara que vai apenas fazer os relatórios da empresa. Hoje, ele tem uma participação mais efetiva no negócio”, afirma Gabriela Coló, da Havik.

Perfil: Formação em contabilidade e inglês fluente 
Homem faz conta em calculadora em mesa cheia de recibos

21. Gestor de operações para mercado financeiro

Instituições financeiras querem melhorar a eficiência das suas operações, segundo a headhunter Maria Beatriz Henning, da Exceed.

O que faz: Gerencia as atividades técnicas e administrativas, faz diagnósticos e revisão das operações da instituição para buscar mais eficiência e controle.

Perfil: Formação em campos das ciências exatas “ Acapacidade de gerir e administrar processos e a experiência são mais importantes do que a formação acadêmica”, diz Maria Beatriz.
Operadores do mercado financeiro

22. Advogado especializado em direito público e regulatório

O aquecimento do setor de petróleo e gás, além de infraestrutura, devem abrir novas frentes no setor. Destaque para o estado de Rio de Janeiro, segundo informações de Bernardo Leite, sócio da Salomon & Azzi no Rio.

O que faz? Faz o meio de campo entre as empresas e a esfera pública. Atua nos processos de licitações, parcerias público privada e até no chamado “lobby do bem”.

Perfil: Além do bacharel em direito, é preciso ter uma formação acadêmica muito forte na área pública e regulatória. Além de um forte relacionamento com os governos. 
Executivo

23. Advogado especializado na área trabalhista

As movimentações internas das empresas, com cortes e outras reestruturações, devem continuar a movimentar o mercado do direito trabalhista, prevê Fábio Salomon da consultoria Salomon & Azzi.

O que faz: Atua desde as renegociações trabalhistas até a parte litigiosa da área.

Perfil: Além da formação jurídica básica,deve ter uma pós-graduação na área trabalhista com uma vertente em Direito Coletivo. “Ele tem um perfil contencioso”, afirma Bianca Azzi, sócia da consultoria. 
advogado

24. Analista e gerente de TI

A implantação de sistemas eletrônicos de otimização de processos cresceu nos últimos anos e deve continuar nos próximos.

O que faz: São profissionais responsáveis pela implantação, acompanhamento e gestão de ferramentas e sistemas eletrônicos em todas áreas de uma empresa.

Perfil: Formação na área de tecnologia da informação, engenharia ou áreas correlatas, segundo Caio de Mase, da Robert Walters As habilidades específicas e competências valem mais do que a formação acadêmica. 
teclado de computador

 

25. Gerente e coordenador comercial de tecnologia

Para além dos canais tradicionais, a expansão do mercado de aplicativos móveis demanda profissionais com foco no mercado. “As novas tecnologias que estão se misturando com o mercado comercial, toda a área busca profissionalização”, diz Leonardo de Souza, da Michael Page.

O que faz: “Ele identifica possíveis patrocinadores e parceiros. Tem também um papel de divulgação e posicionamento de marca”, descreve o especialista. “Ele deve mapear canais de geração de receita para a empresa”.

Perfil: Além do “tino comercial”, também é preciso conhecimento técnico do produto em questão. 
homem  mexe em tablet

26. Cientista de dados

A análise precisa dos dados que chegam aos sistemas de computadores está se tornando fundamental para a construção dos planos estratégicos das companhias, em ações de marketing, projetos de inovação e por aí vai.

O que faz? Eles têm a função de colocar estas informações dentro de um contexto para então encaminhar as análises para os departamentos estratégicos.

Perfil: Formação em estatística com domínio das ferramentas de extração e análise de dados. Destaque para quem entende muito do negócio de um determinado segmento, segundo André Assef, da Desix. 
Imagem que representa o Big Data: computadores com códigos binários

27. Analista de infraestrutura de computação em nuvem

“Por conta deste grande volume de informação, a infraestrutura terá que ser eficiente”, diz André Assef, da Desix.

O que faz? “Ele é o cara que monta o Lego para que o sistema seja funcional e não falhe”, compara o especialista. Em outros termos, isso significa que o profissional tem a função de escolher os hardwares e softwares, além de definir a melhor estratégia para conectar o sistema entre si de modo que ele suporte a demanda.

Perfil: Formação em cursos ligados à área de tecnologia, além de certificação na área. 
computação em nuvem

28. Analista de segurança da informação

A combinação da necessidade de integrar sistemas com a proliferação da computação em nuvem demanda estratégias de segurança da informação mais complexas.

O que faz? “Ele deve conhecer todos os detalhes do sistema. É ele quem define quem sai, quem entra e com o que entra, por exemplo”, diz André Assef, da Desix.

Perfil: Formação em cursos ligados à área de TI. 
segurança da informação

29. PMO

O amadurecimento do mercado de tecnologia no Brasil tornou a figura do Project Management Office essencial. “Se não houver padrão, qualidade, planejamento e controle da execução, elas perdem para a concorrência”, diz André Assef, da Desix.

O que faz? É o líder de uma equipe de gestores de projetos. “Ele centraliza e cuida para que todos os pontos aconteçam dentro de uma padronização e planejamento”, explica o especialista.

Perfil: Formação em engenharias, principalmente engenharia de produção. 
homem em frente a telas de computador

30. Arquiteto de soluções

Por que estará em alta em 2014: A integração de sistemas é cada vez mais presente entre as empresas, entre elas e os governos, segundo André Assef, da Desix. “Jamais haverá eficiência se os projetos não forem planejados e controlados com o mínimo de acerto”, afirma.

O que faz? O papel é pensar na arquitetura de um programa de uma maneira estratégica. “Ele monta caminhos para que os sistemas falem entre si”, diz Assef.

Perfil: Formação em cursos ligados à área de tecnologia 

Jovens usando computador
 

31. Analista/Consultor Funcional SAP (diversos módulos)

Elevada demanda de projetos e escassez de profissionais especializados, de acordo com Henrique Gamba, gerente executivo das divisões de TI e Telecom da Talenses.

O que faz: Análise de sistemas e processos de negócios, customização e parametrização de sistemas de gestão corporativos.

Perfil: Formação em áreas de tecnologia e experiência em projetos de implantação do sistema SAP.
homens em frente ao computador

32. Arquiteto da informação

A integração de sistemas é cada vez mais presente entre as empresas, entre elas e os governos, segundo André Assef, da Desix.

O que faz? De olho nos dados, ele determina como eles podem ser disponibilizados e conectados de uma maneira eficiente. “Ele decide como se estrutura, consulta, recebe e armazena os dados”, diz Assef.

Perfil: Formação em cursos ligados à área de tecnologia
homem mexendo em laptop

33. Arquiteto de TI

“Diversas empresas estão criando ou fortalecendo as equipes de arquitetura para estabelecer padrões corporativos, a fim de reduzir custos e riscos”, diz Henrique Gamba, da Talenses. “Jamais haverá eficiência se os projetos não forem planejados e controlados com o mínimo de acerto”, afirma. André Assef, da Desix.

O que faz: Responsável pelo desenho e definição de padrões de arquitetura de sistemas, integração, organização e estruturação de processos e subsistemas.

Perfil: Formação em áreas de tecnologia e experiência em arquitetura corporativa. Conhecimentos específicos de frameworks e padrões de arquitetura também são requisitos, segundo Gamba.
jovens em mesa com computadores

34. Profissional de TI especializado em plataforma de e-commerce

O comércio eletrônico é um setor em expansão no Brasil, segundo Juliano Ballarotii, da Hays.

O que faz: Projeta e desenvolve as plataformas para comércio eletrônico.

Perfil: Formação em tecnologia da informação e áreas correlatas
escritório do Groupon

 

 

35. Gerentes/diretores vendas para área de e-commerce

Também por conta da expansão do setor de comércio eletrônico.

O que faz: Ele percebe as necessidades e tendências de consumo para tomar as decisões a respeito do tipo de produto oferecido.

Perfil: A experiência e o perfil do profissional contam mais do que a área de formação acadêmica, segundo Juliano Ballarotti, diretor da Hays.
Comércio eletrônico

36. Gestor de operações para e-commerce

O crescimento do comércio eletrônico exige ganho de eficiência nas operações do setor, de acordo com Juliano Ballarotti, diretor da Hays.

O que faz: É responsável pelas operações físicas que envolvem o comércio eletrônico. Recebimento de mercadorias, controle de estoque e envio da mercadoria ao consumidor.

Perfil: formações em exatas, especialmente engenharia, são as mais indicadas
operações de e-commerce

37. Diretores ou gerentes de vendas para mercado de bens de consumo

O crescimento do poder de consumo das classes C e D puxam os cargos comerciais ligados ao mercado de bens de consumo. “Principalmente produtos de segunda necessidade, como cosméticos”, diz Marcelo Olivieri, gerente executivo da divisão de vendas da Talenses.

O que faz: Gestão comercial de produtos de bens de consumo.

Perfil: Formação superior completa e experiência na gestão de vendas de produtos de bens de consumo. “Na área comercial, a formação pessoal é mais importante do que a técnica”, diz Fábio Saad, da Robert Half.
Linha de cosméticos Beleza Natural em salão Cor Brasil

38. Diretores ou Gerentes comerciais das regionais Nordeste

Muitos investimentos são direcionados para a área comercial de grandes empresas na região Nordeste, segundo Marcelo Olivieri, gerente executivo da divisão de vendas da Talenses.

O que faz: Responsável regionalmente pela gestão da área comercial.

Perfil: Formação superior completa e experiência na gestão de vendas de produtos de bens de consumo ou regional
Carrinho de supermercado em corredor

39. Especialista de marketing com ênfase em redes sociais e e-commerce (comércio)

“Muitas empresas estão migrando as verbas publicitárias para as mídias online e adotando estratégias agressivas para posicionar suas marcas no ambiente virtual”, diz Rafael Souto, CEO da Produtive.

O que faz: Responsável por administrar a marca no mundo virtual, lançando campanhas de marketing, gerindo a imagem da organização nas novas mídias e implementando ações de vendas eletrônicas.

Perfil: Formação em marketing, jornalismo, publicidade e propaganda, administração com ênfase em marketing e áreas correlatas. Experiência na área de comunicação/marketing e mídias digitais.

40. Gerente de expansão para varejo e atacado

“Mercado de supermercados de varejo e atacado dá sinais positivos”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, da 4hunter, que aposta que a expansão deve se sustentar em 2014.

O que faz: Cria a estratégia de mercado, estuda as regiões com potencial para expansão, e fortalece relacionamento com clientes.

Perfil: “O conhecimento do mercado e a experiência no varejo são mais importantes do que a formação acadêmica”, diz Ferreira.
Pessoas  em supermercado

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/40-profissoes-em-alta-para-2014-segundo-recrutadores#16

 
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